quarta-feira, 2 de setembro de 2015

ACEI é premiada em Melhores do Ano 2015

Lucieny Ciconini recebeu o prêmio bronze na categoria Presidente de Entidade; e a nossa Revista do Comércio ficou com a medalha de prata na categoria Revista periódica! A pesquisa foi promovida pela Revista Minúscula. Obrigada, itarareenses! Na noite do dia 15 de agosto, a Revista Minúscula fez sua tradicional entrega dos troféus para os ganhadores dos Melhores do Ano 2015. O responsável pela premiação, Hélio Porto, destaca que “a pesquisa é totalmente transparente a ponto de termos condições de oferecer a informação até de quem vota em cada item. Nossa abordagem é plenamente científica e feita com respaldo no estudo dos dez núcleos habitacionais de Itararé com base no número de moradias de cada setor”. A Associação Comercial e Empresarial de Itararé – ACEI foi premiada em duas categorias e levou para casa dois troféus. O primeiro, com a nossa querida presidente, Lucieny Ciconini, que está apenas há alguns meses à frente da entidade e já foi lembrada por muitos itarareenses, conquistando o troféu bronze. A nossa Revista do Comércio, distribuída gratuitamente todo mês na cidade de Itararé, também foi premiada. O material que é produzido com muito carinho e dedicação pela Associação conquistou o troféu de prata. A ACEI agradece a todos os que votaram em nossos representantes nestas duas categorias.

COMEÇA AGORA A SUPER FESTA DE ITAPEVA

Câmara realiza sessão solene, em noite de homenagens

Câmara realiza sessão solene, em noite de homenagens Na noite do dia 27, no Clube Atlético Fronteira, com a presença de grande público, a Câmara Municipal de Itararé realizou a tradicional sessão solene em comemoração do aniversário da cidade que neste ano completa 122 anos de emancipação político-administrativa. Estiveram presentes à sessão a prefeita Maria Cristina Carlos Magno Ghizzi, o vice-prefeito José Eduardo Ferreira, secretários municipais, além de autoridades locais e da região. Na cerimônia festiva treze pessoas foram homenageadas pelo Legislativo, por escolha individual dos vereadores. Nove delas receberam títulos de Cidadão Itarareense e quatro foram agraciadas com diplomas de Honra ao Mérito. Após a leitura dos decretos e da apresentação em vídeo das biografias e justificativas da homenagem, cada um dos vereadores fez a entrega do título ou diploma ao seu indicado. Títulos de Cidadão Itarareense:
- Benedito Flávio Simões Neto, pastor da Igreja Assembleia de Deus, por indicação do vereador Josias dos Santos;
- Carlos de Moraes Silva, delegado da Polícia Civil, indicação do vereador José Carlos Mendonça Martins Junior;
- Cyro Rezende Maschietto, produtor rural (Fazenda Rio Verde) - indicação da vereadora Mara Galvão Ribeiro;
- Fábio Mileo Krubniki, empresário (Lojas Ipiranga), indicação do vereador José Aparecido dos Santos;
- Genelizio Durães da Silva, líder comunitário no Jardim Alvorada, indicação do vereador Jurandir Ribeiro de Carvalho;
- Jomail Santos Silva, empresário (Josimix), por indicação do vereador Lúcio Mariano Camargo;
- Lucieny Ciconini Alves de Moraes, empresária (Óticas Carol), indicação do vereador Laércio Amado;
- Paulo Homero da Costa Nanni, médico, por indicação do vereador João Antonio Vieira;
- Wilson Davi Correa, o Ico, servidor público municipal, por indicação do vereador José Donisete de Camargo;
Diplomas de Honra ao Mérito:
- André Luis Machado, o Boto Rosa, locutor de rodeio e empresário, indicação do vereador Gilberto Santana;
- Marcos Guilherme Almeida Santos de Matos, jogador do Atlético Paranaense - representado por seu pai, José Inácio de Matos - indicação do vereador Rodrigo Pimentel Fadel;
- Sandra Célia Verga de Oliveira, administradora do Educandário São Vicente de Paulo, indicação do vereador Dr. Willer Costa Mendes.
- Sérgio Luis Stadler, o Serginho do Fórum, servidor público, indicação do vereador Marcos Vincenzi.
Na mesma sessão também foi homenageado o “Atirador Destaque do Ano”, do Tiro de Guerra, Lucas Joaquim Prestes, que recebeu a premiação das mãos de seu comandante, subtenente Jackson Luiz de Souza. (Para assistir aos vídeos com as biografias/justificativas acesse no you tube: jose carlos multisom/nome completo do homenageado) Assessoria de Comunicação/Câmara Municipal de Itararé

Desfile cívico marca comemoração dos 122 anos de Itararé

Desfile cívico marca comemoração dos 122 anos de Itararé 97 entidades participaram do tradicional evento
Entre alunos de escolas públicas e particulares, secretarias e coordenadorias municipais, programas sociais, igrejas, movimentos e entidades, o desfile cívico em comemoração ao aniversário de 122 anos de Itararé levou para a rua São Pedro milhares de pessoas, entre espectadores e participantes. A Guarda Civil Municipal estimou o público presente em cerca de 5 mil pessoas.
O desfile teve início às 9h30 desta sexta-feira (28), a concentração teve início em frente a praça Adhemar de Barros, os participantes desfilaram pela rua São Pedro passando pelo palco das autoridades montado na praça São Pedro. No trecho, todos os acessos foram interditados.
O evento começou com o desfile do Tiro de Guerra, Guarda Civil Municipal, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Rodoviária e Polícia Ambiental. A Guarda Mirim de Itararé, alunos das escolas públicas, particulares e cursos técnicos também compareceram.
Os atletas das escolas de esporte do município, alunos que realizam aulas de futebol, capoeira, ciclistas, equipe 28 de Agosto e as academias Corpo São e Dobermann´s, também participaram do desfile cívico. No final, um discurso foi realizado para agradecer o ex-deputado federal, Otoniel Lima que liberou uma emenda parlamentar para a compra de 4 veículos para a GCM. Lima agradeceu a homenagem e disse que sempre estará a disposição. O desfile foi encerrado por volta das 11h30, com uma cavalgada e cavaleiros conduzindo as bandeiras de Itararé, do Brasil e do Estado de São Paulo. Após o encerramento, o trânsito foi liberado nos dois sentidos da rua São Pedro.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

EDIÇÃO DA REVISTA A MINÚSCULA DESTA QUARTA (2)

EDIÇÃO DA REVISTA A MINÚSCULA DESTA QUARTA (2). PRINCIPAIS MANCHETE:
*A HISTÓRIA PROSCRITA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL. *Verdades sobre O FERIADO DA Independência. *Os 120 filhos irregulares de Dom Pedro 1. *AGORA É A VEZ DA FESTA DE JAGUARIAIVA. *MELHORES DO ANO RECEBE VOTO DE CONGRATULAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL. *NÃO CIRCULAREMOS NA SEMANA DA PÁTRIA. *POLICIA MILITAR ENCANA QUADRILHA DE ROUBO DE CARRO EM AÇÃO DURANTE FESTA. *ESVAZIARAM O LULÃO. *122 ANOS DO MUNICÍPIO ATRAI DEPUTADOS. *ANIVERSÁRIO DE ITARARÉ, CATÓLICOS APOSTARAM ATÉ EM SANTO EXPEDITO. *TRANSPEN - PATROCINADOR OFICIAL DO GOL LEGAL. *SEPULTADO COM HONRAS MILITARES. *“PIOR QUE O GOVERNO DOS MAUS, É A OMISSÃO DOS BONS” C O N V I T E. *JÁ SOMOS 50105. s e n g é s: *FANFARRA TRAZ O CARINHO DO SEU POVO PARA ITARARÉ NA FESTA DO ANIVERSÁRIO.

domingo, 30 de agosto de 2015

Explicando o Quadro da Independência do Brasil

A história oficial você já conhece: Pedrinho de Alcântara Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, o príncipe regente do Brasil, encontra com uma tropa portuguesa que papai D. João havia mandado atrás do filhinho bagunceiro. E ali, às margens do Rio Ipiranga, em um arroubo quixotesco, Pedrinho de Alcântara desembainhou sua espada, ergueu-a e gritou para os portugueses: “Independência ou Morte!” Tudo isso aconteceu em 7 de Setembro de 1822 e assim Pedrinho virou D. Pedro I, o imperador do Brasil. Essa é a história que você encontra em qualquer livro didático. E tal versão da independência do Brasil vem sempre acompanhada desta linda tela do pintor Pedro Américo: É uma obra magnífica, sem dúvida. Pena que não corresponde ao que realmente aconteceu. O quadro foi concluído em 1888 – iniciado em 1885 - , muito tempo depois do famoso “ouviram dos Piranga”. Então o que está ali retratado é fruto de (algumas) pesquisas e (muita) imaginação do talentoso pintor. Mas será que foi só imaginação mesmo? Reparem que no quadro, no lado esquerdo inferior da tela, existe um sujeito guiando um carro de boi que olha para a cena com muita curiosidade. Nunca se perguntaram quem seria este sujeito? Pois eu descobri: trata-se de Joaquim Preto de Jesus*, escravo de um fazendeiro cujo nome perdeu-se na história. Preto de Jesus foi a inspiração para que Pedro Américo pintasse seu quadro com tanta riqueza de detalhes. Os dois se encontraram em São Paulo, na região do Ipiranga, exatamente na casinha retratada ao lado direito da obra, onde conversaram sobre os fatos daquele 7 de Setembro: - O senhor poderia me dizer que idade contava na época em que D.Pedro I proclamou nossa independência? - Sim, sinhô: eu tinha 16 ano. - E hoje? - Hoje tenho 79 ano, mas alembro de tudo, tudinho, eu tava lá, vi tudinho com esses zoio que a terra há di comê e me alembro sim sinhô! - Então conte-me tudo o que viu, preciso saber mais sobre aquele dia para pintar um quadro. - Sim sinhô. Eu voltava de Santos porque ali era a trilha pra nóis que ia buscar mercadoria que desembarcavam no porto, num é? Era um caminho ruim, num sabe, então nóis usava mula, era mais melhó. Na verdade até o povo do príncipe usava mula! - D. Pedro I utilizava mulas como montaria? - Ah, sim sinhô, era melhó, num sabe? - Não vai ficar bem no quadro um imperador utilizando mulas. Pintarei belos cavalos. Mas continue, senhor. - Sim, eu vinha puxando os boi com as mercadoria e encomenda tudo pra meu sinhozinho quando vi aquele punhadinho de mula no meio da estrada. - Mas como? Não era uma grande comitiva acompanhando o imperador? - Sei dizer que se tinha uns 14, era muito. - E não estavam próximos ao riacho? - Não muito, faltava bem ainda umas duas légua. Vi o príncipe e ele tava muito irritado, indo pros mato o tempo todo. - Irritado com o que? - Hihihi...o sinhô me disculpe falá essas coisa, mas parece que ele teve uma briga lá com dona Marquesa, num sabe? - Como assim? O imperador foi a Santos para tratar de assuntos políticos! - Hihihi...é como dizem, num é? Mas me disseram que ele chegou lá na casa de sinhá Marquesa e comeu uma gororoba que ela mesma tinha feito e que num caiu bem. Ele disse que ela num sabia conzinhá e dona Marquesa expulsou o príncipe de casa. Parece que foi briga feia porque Dão Pedro tava com um galo no meio da testa, disseram que a Marquesa tacou uma panela nele! Aí nos caminho de volta o príncipe sentia dor de barriga e tava parano toda hora pra se aliviá! - Hum, mas dizem que ele se encontrou com tropas portuguesas... - Olha, sinhô, eu só posso falá do que vi. Na verdade era três mensageiro procurano pelo príncipe, diziam que tinha um recado do rei. - E que recado era esse? - Ah, isso eu num sei dizê. Só sei que o Dão Pedro leu a carta, botô a mão na barriga e disse “Senhores, me perdoem, mas vou resolver um assunto atrás daquela moita, trata-se de uma emergência de vida ou morte!” - Como? Não teve grito, princípio de luta? Foi assim mesmo? - Foi, foi sim sinhô. Os único grito que eu ouvia era do príncipe se aliviano atrás das moita. Mas ele era muito educado, tirou o chapéu pra recebê os mensageiro e tudo, Dão Pedro era muito humilde, era sim, era, me alembro de tudo. - Muito agradecido, senhor Preto de Jesus! Teu depoimento vai ajudar-me a pintar o quadro sobre a independência do Brasil! O que posso fazer por você? - Si o sinhô pudesse, eu queria que o sinhô pintasse meu retrato, é, eu gostaria sim, nunca tive dinheiro pra mandá pintá um, é. - Farei melhor, meu amigo: irei retratá-lo no próprio quadro da independência! Entrarás para a história do Brasil! Tu e esta casinha! Sim, é uma boa ideia, essa casinha vai compor bem o cenário para o quadro, ora, se vai! *nota: “Joaquim Preto de Jesus”, obviamente, é uma personagem de ficção, da mesma forma que o diálogo com o pintor Pedro Américo, embora com base em fatos históricos. Se está fazendo pesquisa escolar, leia AQUI e AQUI. Leia meus brados retumbantes no twitter www.twitter.com/jaimeguimaraess
Independência do Brasil - nova versão * do site GROELAND *Essa é uma história de ficção. Se você chegou a este blog fazendo uma pesquisa de escola sobre a Independência do Brasil, procure AQUI ou AQUI. Não entregue esse texto para a professora – a não ser que você queira tirar zero no trabalho! Na busca incessante pela verdade, nossos proctologistas investigam de forma periódica os anais da história a fim de encontrarem evidências que se aproximem dos fatos como eles realmente aconteceram. Como o Brasil não tem jeito, foi preciso que uma equipe da Universidade de Oh,Raio ( especialistas em pesquisas relevantes) desvendasse o mistério que há muito tempo intriga historiadores e curiosos em geral: por que D.Pedro I, vulgo Pedrinho, proclamou a independência do Brasil em 7 de Setembro de 1822? Eis o que os documentos revelam.
NA CASA DE DOMITILA Encontrava-se Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, mais conhecido como Pedrinho, na casa da bela Domitila de Castro e Canto Melo, mais conhecida como Titila. - Mas Titila, seja razoável... - Chega, Pedro! Você promete, promete e nada cumpre! - O que você quer que eu faça? Eu sou apenas o príncipe real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, não tenho esse poder todo que você pensa... a não ser que você se refira a outro tipo de poder, minha querida Titilinha, hum, vem cá! - Afastai, Pedro! Sai pra lá, aquieta este fogo, homem, que eu não sou dessas bailarinas francesas que se encantam com um “príncipe de Algas”, ora! - Algarves! É uma rica região de Portugal conquistada com muita luta contra os árabes e... - Não mude de assunto, Pedro! Eu quero resolver este assunto do qual você me enrola há tempos: um título de nobreza! Pelo menos isso eu quero, já que você não larga aquela lambisgóia que chamam de “princesa”, a Leopoldina, ah, que mulher irritante! - Titila, já falamos sobre isso: eu não posso largar a princesa! Isso causaria um grande mal-estar na família Habsburgo e a Áustria poderia romper relações com Portugal e até, quem sabe, declarar guerra! E não queremos fugir novamente, ô, pá! - Tá, tá! Sabe qual é o seu problema, Pedro? Não é ambicioso! Você se conforma com pouco, em ser um reles príncipe de Alfarje! - Algarves! E do que você está falando? - Ah, você só quer saber de andar por aí com aquele seu amigo, o Chalaça, não gosto dele! Vivem bebendo, contando piadas, jogando e correndo atrás de bailarinas francesas e qualquer rabo de saia! Você pensa que eu não sei, mas eu não sou boba! Você deveria almejar muito mais, aposto que isso te daria prestígio e assim você mudaria seu comportamento! - Domitila, do que está falando? Seja clara! - Seu idiota! Estou falando que já está na hora de ser rei! Imperador do Brasil! - Mulher, você ficou doida? Meu pai ainda é vivo e já estou meio brigado com ele, pois anunciei que fico no Brasil! E ainda tem as cortes, elas não aceitariam e... - As cortes, as cortes, ah, Pedro, seja homem uma vez! Proclame a independência, seja imperador, mande nessa roça que é o Brasil, livre-se de Leopoldina e me faça rainha! - É...bem, vou ter que conversar com Bonifácio... - Ah, Pedro, chega! E vai conversar com quem mais? Com Chalaça? Chega! Só me procure novamente quando virar rei! - Mas Titila...isso pode demorar! Até lá, como viverei sem tua beleza e toda essa abundância que tens? - Te vira, Pedro! Está avisado: ou vira rei ou nada de cama, mesa, banho e foguinho aqui em Santos! NAS MARGENS DO RIACHO IPIRANGA Irritado com essa discussão com a bela Domitila de Castro, Pedro seguiu viagem de volta para São Paulo acompanhado de seu inseparável amigo, o Chalaça. - Aê, príncipe, tenho umas ideias legais pra gente descolar uma grana! - Hum? - Seguinte: a gente podia cobrar a passagem aqui neste trecho entre Santos e São Paulo. Poderíamos chamar este trecho de “Via Anchieta” e prometer umas melhorias na pista, mas mediante um pagamento de quem a utiliza. Claro que não gastaremos um tostão, só contaremos os lucros! Não é uma boa? - Chalaça, que ideia mais imbecil! Quem iria fazer isso? Ah, me deixa em paz que preciso tomar umas decisões. - O que tá pegando, Pedrão? Eu tô dizendo, essa mulher tá colocando umas minhocas na tua cabeça, daqui a pouco coloca outra coisa... - Sabe o que é, Chalaça? A mulher cismou que eu tenho que ser rei, imperador do Brasil! E quer ser rainha, quer que eu dê um chute em Leopoldina, essa mulher quer tudo, que diabos! - Ué, é simples: dá no pé, deixa essa Domitila pra lá. Semana que vem chegam novas bailarinas da França e... - Não, Chalaça, estou apaixonado. O que eu faço? Não dá pra dispensar aqueles quadris, aquele busto, aquela rara beleza... - É, Pedrão, agora complicou. Bora sentar às margens daquele riacho ali pra relaxar e pensar no que fazer. Naquele momento chega um mensageiro trazendo cartas de José Bonifácio e da princesa Leopoldina. Essas teriam enfurecido Pedro de Alcântara. “... e a madame Marie-Louise Bardot manda avisar que precisa comprar leite para as crianças e que a ajuda que vossa excelência envia não dá para comprar nada e se isso não melhorar vai contar pra todo mundo que o filho é teu. Respeitosamente, José Bonifácio” “...pois chegou uma louca aqui dizendo que os quatro filhos dela estavam passando fome e disse que todos esses meninos são teus! Volte imediatamente, ou melhor, não volte, seu desgraçado mulherengo! Vou contar tudo pro meu pai e ele vai declarar guerra e você vai ver! E que história é essa de " Fogo-Foguinho"??? da tua enfurecida Leopoldina" Ao ler estas cartas Pedro de Alcântara levantou-se em um salto, subiu no jumento que era sua montaria e gritou para a comitiva: - Chega!!! Não aguento mais! É muita coisa para uma pessoa só, muita pressão! Tudo o que eu quero é liberdade, independência! É INDEPENDÊNCIA OU MORTE!!! E assim aconteceu a independência do Brasil em 7 de Setembro de 1822. O restante da história todos conhecem.
Todos os direitos reservados - Hélio Porto Comunicações Ltda.
Fone: (15) 3532-3314 - Rua Campos Salles, 1261 - Itararé-SP - Cep.: 18460-000